• Escrita meditativa – A fala orgânica, criativa e silenciosa da alma

    Quando muito pequenos, ficamos intrigados com os desenhos que enxergamos no mundo. As placas, as cores. A comunicação nos chega bem cedo e não é raro notar que as crianças sabem nomes de marcas e produtos sem mesmo terem aprendido a ler. Temos dentro desse processo, a vontade de aprender a escrever e a família começa então, na maioria das vezes, a nos conduzir rumo aos primeiros traçados de uma letra de forma. Aí vem a escola e nos apresenta a letra cursiva. Tamanha é a alegria quando conseguimos escrever nosso próprio nome e depois outras palavras. Reparem que aprendemos a escrever primeiro sobre o que gostamos. Escrevemos justamente o nome daquilo que mais temos por perto e  que apreciamos por meio do amor.

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  • 10 dicas de como ter uma alimentação mais consciente e saudável

    Há uma variedade de produtos nas prateleiras de supermercados e muitos praticamente prontos, bastando apenas um aquecimento no micro-ondas ou o movimento de abrir um pacotinho. Até as sementes agora são “administradas” por grandes corporações e, portanto, nossas frutas, verduras e legumes são cada vez menos orgânicos e genuínos no sabor.

    Delegamos nossa alimentação ao desconhecido e sentimos os resultados dessa decisão não apenas na saúde do corpo, mas também na energia da alma, nas emoções, na falta de disposição e de conexão com o meio ambiente.

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  • 3 formas de meditar no cotidiano sem fugir da sua rotina

    Quando o assunto é meditação muitos associam a prática ao relaxamento. Na mesma medida, logo surge a imagem de um local específico para tal prática, como por exemplo: uma montanha isolada, uma paisagem natural, um retiro fora dos centros urbanos com imagens inspiradoras e espirituais.

    Aqueles que nunca meditaram ou pouco tiveram essa experiência, ainda sentem que a meditação somente pode ser praticada em templos, no silêncio ou num canto preparado especialmente para essa pausa especial.

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  • Práticas e pensamentos que levam à transformação do ser

    Terminou um ano e outro começou. Com a ideia de fechamento vem a possibilidade do rever, do refazer melhor, do renovar cenas e renovar-se como protagonista. É tempo de mudar a forma de pensar, de ser, sentir e agir. O convite “nada sutil”da época traz a energia do engajamento rumo a tempos melhores.
    No entanto, ao criar esse olhar para a necessidade da transformação, ao criar a pausa para aprofundar e direcionar o foco para uma mudança e para a experiência do novo ou do mesmo melhorado, surgem os diversos desafios que estão imersos através de palavras auto sabotadoras como: “e se …”, “mas …”, “não sei…”, “não consigo” e tantas outras falas emanadas. Automaticamente, todo nosso intelecto (aquele capaz de julgar, analisar, discernir) se volta para a energia da dúvida e começa a chuva de pontos de interrogação desconfortáveis que causam ansiedade e uma imensa dose de paralisia.

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  • Dicas para uma época festiva, vegana, sustentável e genuinamente amorosa!

    Estamos na época mais comemorativa do ano. Tem natal, tem ano novo e com isso, os preparativos para as ceias ganham força: Ideias para cardápio, temas inspiradores, listas de decoração, listas de ingredientes, listas de convidados (no caso de grupos maiores) ou simplesmente aquele toque diferenciado no jantar para fazer parte da energia da época (Há quem goste apenas de criar um “algo a mais” na rotina, sem necessariamente ficar horas numa fila de supermercado em busca dos itens natalinos. A tal simplicidade aconchegante e saudável).

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  • Meditando no amor – Das palavras à experiência

     

    A prática da meditação sempre traz consigo a motivação de se mover através de pensamentos elevados e em conexão com valores genuínos inatos a todo ser. Todo ser possuí em si uma beleza inexplicável e distante de uma “beleza” formatada. Todo ser possui em si, verdade. Todo ser é amor e tem amor para doar. Tal constatação é logo experimentada quando o mergulho na meditação é interessado, quando há um espaço de prioridade para essa prática.

    A meditação para muitos era vista somente como hobby, mas logo se tornou uma prática regrada para iniciar e finalizar o dia, por ser uma espécie de fio condutor de energia pura e uma base de apoio sustentável . O efeito poderoso que a meditação traz,  transforma o hobby em hábito firme. E que efeito poderoso é esse que tem atraído cada vez mais interessados?

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  • No mundo dos descartáveis, precisamos falar de utensílios comestíveis!

     

    O consumo inconsciente tem causado ao meio ambiente um impacto devastador. Várias espécies marinhas são encontradas mortas ou resgatadas presas a plásticos lançados nos oceanos. Lixões estão sendo desativados porque não comportam mais quantidades de lixo e também porque os resíduos expostos a céu aberto se tornaram um problema de saúde pública, já que contribuem com a proliferação de doenças.

    Há, ainda, os maus odores e a poluição do solo. A produção do chorume, que é o líquido escuro e mau cheiroso que se acumula na decomposição de matéria orgânica contamina as águas subterrâneas (em outros contextos, também se chama chorume o líquido que escorre da estrumeira e que se acrescenta ao estrume seco para enriquecê-lo como adubo – Fonte Wikipedia). Além deste cenário, temos políticas públicas que não levam muito a sério a questão da reciclagem, mesmo que muitos cidadãos façam sua parte, separando seus lixos com maestria.

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  • Por um caminhar mais atencioso nos espaços urbanos – Conexão com o meio

    Muitos de nós andamos pelas ruas com o tempo cronometrado. Seguimos de um lado para o outro com objetivos determinados. Uma reta com algumas curvas, um pouco de virada para esquerda ou direita, atravessamos, paramos, subimos e descemos degraus, ladeiras, desviamos… de tudo isso é composto o nosso ir e vir cotidiano.

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  • Praticando uma culinária consciente – O cozinhar como ato de autocuidado e autoconhecimento

    Cozinhar para muitos é um desafio. Para outros, uma rotina comum e cansativa. Alguns cozinham apenas em ocasiões especiais ou quando sobra um tempinho. Já outros, cozinham todos os dias, mas não prestam atenção a tudo que envolve o cozinhar. Cozinhar fica como algo distante, porém incluso. Vira movimento de sobrevivência (percebam: sobrevivência e não vivência!). Acaba sendo um “algo” que está muito além, do que realmente importa, do que realmente precisamos. É como se cozinhar, fosse uma coisa desimportante a seres muito importantes.

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