• Como reduzir a autocrítica e fazer mudanças reais

    Alguma vez você já sentiu uma grande convicção que não é suficiente bom? Muitas pessoas possuem um crítico interno tão forte que é difícil de diferenciar a voz desse crítico interno com a realidade. Uma pesquisa realizada em 2016 no Reino Unido revelou que, em média, uma mulher critica a si mesma oito vezes por dia.

    As autocríticas são feitas, principalmente, em relação ao seu próprio peso, aparência, carreira, finanças e relacionamentos. A autocrítica pode levar à depressão e vários estudos demonstraram que ela interfere muito na capacidade de alcançarmos nossos objetivos. A psicóloga Lisa Firestone, Ph.D, dá algumas dicas de como reduzir a autocrítica e fazer mudanças reais em nossas vidas.

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  • Luz do sol pode ajudar a tratar problemas do coração

    Nosso sistema cardiovascular pode ser afetado por diferentes doenças e condições que incluem diabetes, hipertensão e aterosclerose. Uma nova pesquisa revelou que o dano cardiovascular pode ser revertido com uma maior exposição à luz solar.  O estudo revelou que a vitamina D3 pode restaurar a saúde do nosso sistema cardiovascular, reduzindo assim o risco de ataque cardíaco. 

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  • Prática japonesa Jin Shin Jyutsu: harmonia e saúde na ponta dos dedos

    Você já ouviu falar em Jin Shin Jyutsu? Esta é uma antiga prática japonesa que equilibra a energia do corpo usando os dedos e as mãos para eliminar o estresse, criar o equilíbrio emocional, aliviar a dor e abrandar doenças agudas ou crônicas. Jin Shin Jyutsu é considerado uma arte e não uma técnica, pois uma técnica é uma aplicação prática – enquanto uma arte é uma hábil criação. Jin Shin Jyutsu pode ser traduzido literalmente como: A Arte do Criador através da pessoa de compaixão, pois “Jyutsu” significa Arte; “Shin”, Criador; e “Jin”, Homem de Conhecimento e Compaixão.

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  • Saiba como os exercícios físicos podem impulsionar sua saúde mental

    Vivemos em uma época em que anúncios sobre medicamentos farmacêuticos são feitos no rádio, na TV, enquanto fazemos buscas pela internet e até mesmo no nosso e-mail. Nos EUA, uma pesquisa indicou que um telespectador vê em média nove anúncios farmacêuticos por dia. No Brasil desconheço pesquisas que mostrem esse tipo de dado, mas o que percebo é que muitas pessoas procuram soluções rápidas para problemas complexos. Entretanto, um dos impulsionadores da saúde mental que tem sido testado ao longo de muitos anos e se mostrado efetivo, porém muito subutilizado e não prescrito, é o exercício físico.

    Recentemente o PickTheBrain.com, um site dedicado ao autoaperfeiçoamento com foco em produtividade pessoal, motivação e autoeducação, publicou um artigo mostrando como os exercícios físicos podem impulsionar sua saúde mental.

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  • Usar a felicidade para medir desenvolvimento: é uma utopia ou realidade?

    Você já pensou como seria se o desenvolvimento de um país fosse medido por um indicador de felicidade e não pelo Produto Interno Bruto (PIB)? Pois saiba que isso já existe no Butão, um pequeno reino distante e isolado, localizado na Ásia, na cordilheira do Himalaia. Em 1972, o rei Jigme Singye Wangchuck, declarou que o PIB não era uma medida significativa para o bem-estar e disse que o país deveria olhar para outras coisas, como bem-estar, promoção da cultura e preservação do meio ambiente.

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  • II Simpósio Internacional de Aromaterapia aconteceu em São Paulo

    Nos dias 10, 11 e 12 de novembro aconteceu em São Paulo o II Simpósio Internacional de Aromaterapia e Bem Estar. O evento, que foi uma iniciativa do Grupo Essence e Tisserand Aromaterapia, trouxe pela primeira vez ao Brasil Gabriel Mojay, co-fundador da International Federation of Professional Aromatherapists e Presidente do Instituto de Medicina Tradicional de Plantas e Aromaterapia em Londres, e Timothy Miller, médico naturopata, acupunturista licenciado e aromaterapeuta registrado, formado pelo National College of Natural Medicine (NCNM) em Portland (EUA). Além disso, trouxe médicos, aromaterapeutas e educadores de todo o Brasil. Confira a seguir o que aconteceu nos três dias de evento.

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  • 6 dicas de como ser mais com menos

    Ser mais com menos é saber simplificar sua vida e viver de verdade. Viver com menos cria tempo e abre espaço para descobrir o que realmente importa. Quando você remove da sua vida as coisas que não são necessárias e concentra-se apenas nas melhores coisas, ao invés de todas as coisas, você pode criar uma vida com mais poupanças e menos dívidas, mais saúde e menos estresse, mais espaço e menos coisas, mais alegria com menos obrigação.

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  • Alternativas para gerar menos lixo na hora de tomar um café

    Você sabia que o café é a segunda bebida mais consumida no Brasil, perdendo apenas para a água? Esse foi o resultado de uma pesquisa realizada entre novembro de 2013 a outubro de 2014, patrocinada pela ABIC – Associação Brasileira da Indústria de Café , em parceria com o Consórcio Pesquisa Café, coordenada pela Embrapa Café. A ABIC estima que o consumo de café no Brasil em 2017 pode atingir em torno de 22 milhões de sacas de 60 kg. Pensando nesse enorme consumo e considerando que muitas vezes ele está associado ao uso de itens descartáveis, apresentamos algumas alternativas para gerar menos lixo na hora de tomar aquele cafezinho do dia a dia.

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  • Saiba como construir um minhocário e fazer compostagem

    Você sabia que aproximadamente 50% do “lixo” produzido em nossos lares são resíduos orgânicos (por exemplo: cascas de frutas e legumes, podas de jardim) que poderiam virar adubo? Mas a realidade mais comum é que esses resíduos são descartados junto ao que chamamos de rejeitos. Rejeitos são materiais de degradação lenta ou que não podem ser reciclados, como papel higiênico, fraldas e absorventes femininos. Ao misturar os resíduos orgânicos com os rejeitos e encaminhá-los para lixões, aterros controlados ou aterros sanitários deixamos de gerar inúmeros benefícios para a sociedade e o meio ambiente.

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  • Poluição por microplásticos é encontrada em organismos no mar profundo

    Os microplásticos são definidos como pequenos pedaços de plástico, menores do que 5 mm de tamanho. Eles estão presentes de forma generalizada no ambiente natural e representam inúmeras ameaças ecológicas, como a redução do sucesso reprodutivo, o bloqueio dos tratos digestivos e a transferência de poluentes orgânicos para organismos que os comem, pois quando ingeridos por organismos marinhos podem passar através da cadeia alimentar. Embora os cientistas já tivessem encontrado vestígios de microplásticos no mar profundo, a pesquisa realizada pela SAMSScottish Association for Marine Science (Associação Escocesa de Ciências Marinhas) e publicada na revista Environmental Pollution, quantifica pela primeira vez a ingestão de microplásticos em invertebrados de profundidade.

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