• O Abraço da Serpente ( 2015)

    O criticamente aclamado novo filme do diretor colombiano Ciro Guerra conta a história da invasão da selva sagrada por uma perspectiva indígena.

    No começo do século 20, o etnólogo Theodor Koch-Grünberg chegou a Amazônia pretendendo estudar seus povos indígenas. Algumas dezenas de anos depois, o biólogo norte-americano Richard Evan Schultes entrou na selva para estudar plantas usadas por essas mesmas populações indígenas. Essas duas histórias reais são o ponto de partida para El abrazo de la serpiente, um filme do diretor colombiano de 34 anos Ciro Guerra. Usando esses dois cientistas como enquadramento, Guerra ficcionalizou a história de uma comunidade indígena esquecida e como o último membro da tribo embarcou numa importante jornada, primeiro em sua juventude com Koch-Grünberg e depois muito mais velho com Schultes. 

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  • 3 documentários com Ernst Götsch – o guru da agrofloresta

    É preciso preservar, mas é possível regenerar. O agricultor e pesquisador suíço Ernst Götsch é prova de que a agricultura regenerativa pode ser um caminho de desenvolvimento para o país. Estabelecido em uma fazenda na zona cacaueira do sul da Bahia desde os anos 80, vem desenvolvendo técnicas de recuperação de solos. O equivalente a 480 campos de futebol foi recomposto, dos quais 350 se transformaram na primeira Reserva Particular de Patrimônio Natural (RPPN) da Bahia. Além da colheita agrícola, observou-se que a fazenda desenvolveu seu próprio microclima, 14 nascentes de água foram recuperadas e a fauna repopulou o lugar. A partir do experimento – chamado de agricultura sintrópica –, Götsch elaborou um conjunto de princípios e técnicas para integrar produção de alimentos e regeneração natural de florestas que tem sido adaptado a diferentes regiões e climas nos últimos 30 anos.

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  • Como fazer pastas de flores comestíveis

     Pastas de flores comestíveis são uma ótima maneira de extrair todos os sabores e cores das flores, utilizando-as em xaropes, sorvetes e manteigas aromatizadas; e chegamos ao exato período de aproveitar toda versatilidade dessa parte da planta. Aqui no Jardim do Mundo você encontra duas receitas de pastas de flores comestíveis.

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  • Salada Vietnamita de Flor de Bananeira

    Salada Vietnamita de Flor de Bananeira

    A culinária de cada país ou região depende muito da cultura do povo e dos alimentos que eles têm disponíveis para o consumo. Podemos notar isso quando viajamos, seja para uma cidade próxima ou para outro país. Vemos comidas feitas com os mais variados temperos, gostos, texturas e cheiros. Indo por esse viés, o Jardim do Mundo trás para vocês um prato comum no Vietnã, uma salada de flor de banana.

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  • O retiro que nos apresentou para nosso Eu verdadeiro

    Ainda morávamos em Portugal, quando despertamos interesse na meditação. Sentindo-me (sobre)carregado e movido por negativas vibrações, meus últimos dias andavam a me levar pelo triste caminho do stress. Aquele… também conhecido como o mal-do-século, e mal sabia eu que a única pessoa que estava criando a situação não era ninguém menos que eu. Como eu descubro isso?

    Um retiro de meditação ao qual resisti um bocado antes de me entregar, acabou por se transformar em uma nova perspectiva dos meus mais profundo problemas. E finalmente uma resposta totalmente lúcida a perguntas que nem mesmo deveriam existir.

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  • Quando plantar segundo a agricultura natural de Fukuoka + documentário

    Texto extraído do livro “A Revolução de uma Palha- Uma Introdução À Agricultura Selvagem” de Masanobu Fukuoka.

    “Eu cultivo os meus legumes de maneira semi-selvagem, utilizando um terreno vago, ribanceira ou terra inculta não vedada. A minha concepção é lançar, simplesmente as sementes à terra e deixar que os legumes cresçam com as “ervas daninhas”. Faço crescer os meus legumes na encosta da montanha, nos espaços livres entre os citrinos.

    [Já escrevemos sobre o Método de Agricultura Natural de Fukuoka, veja aqui]

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  • Arte da Terra – As ilustrações orgânicas de Jhon Bermond

    Cada traço, cor e forma, carregam sentimentos, viagens, sonhos e intuições. A inspiração e as cores vem da natureza. Cada ilustração tem uma história, um lugar, um Brasil. Jhon, capixaba de Nova Venécia que se mudou para o Rio de Janeiro aos dez anos de idade, sempre rabiscou, mas em 2013 despertou-se para o que considera sua verdadeira essência. Aconteceu em um momento em que dois mundos se convergiam: a cidade e a ecovila.

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  • Coração de Bananeira: Aprenda a preparar

    Coração de Bananeira: Aprenda a preparar

    Comum na culinária do Sudeste Asiático, coração de bananeira (também conhecidas como o umbigo da banana ou flor de banana) são flores marrons ou arroxeadas em forma de gotas, penduradas no final dos cachos de banana. Elas podem ser comidas cruas ou cozidas, e são usadas principalmente em saladas, molhos ou sopas.

    O coração da bananeira é um excelente aliado à saúde, pois é rica em nutrientes e antioxidantes, além de ter fins medicinais, quando consumida na forma de xarope.

    O principal atrativo do coração de bananeira é ser uma ótima fonte de fibras. Comê-lo ajuda a manter o bom funcionamento do intestino e regula toda a função gastrointestinal.

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  • 7 motivos para morar em uma cidadezinha do interior

    7 motivos para morar em uma cidadezinha do interior

    Começo avisando que não vivi até agora em uma grande metrópole, longe disso. Morei a maior parte da minha vida na área “urbana” de uma cidadezinha de quatro mil habitantes, São Pedro de Alcântara-SC. Minha casa possui um terreno grande, que não chega a ser uma chácara, mas consigo fazer minha horta, tenho árvores frutíferas e um certo espaço. Só que por ser uma cidade tão pequena e perto de um lugar maior e lindo como Florianópolis, acabei sempre estudando, trabalhando e convivendo muito nessa outra cidade. Então não considero que São Pedro seja interior.

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